O Sindicato dos Médicos vai entrar com duas representações judiciais contra a Prefeitura devido à precarização do setor e à ausência de retornos clínicos e prontuários médicos. A decisão foi tomada pelos médicos da rede municipal, em assembleia na noite da última terça-feira (12). O presidente do sindicato, Gilson Salomão, afirma ainda que vai pedir avaliação do Conselho Regional de Medicina (CRM) sobre as mensagens encaminhadas à Câmara Municipal sobre flexibilização de carga horária e oficialização de sobreaviso médico.
"Queremos um posicionamento oficial do CRM sobre o que está acontecendo, para ver se infringe o código de ética da categoria", explica Gilson Salomão.
Enquanto esperam pelo acordo salarial, os médicos continuam a trabalhar sem cumprir o ponto biométrico. A categoria voltou ao trabalho no dia 14 de junho porque a greve foi considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Outra assembleia está marcada para terça (20), quando está prevista também uma reunião com a Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH) .


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